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R$ 615,59Sempre tem novidade, nunca fica a mesma coisa. Muito bom!
Battlefield 6 me surpreendeu de forma muito positiva. Dá pra sentir que o jogo voltou às origens, mas com aquele toque moderno que faltava nos últimos títulos. Os mapas estão incríveis — enormes, cheios de detalhes e com uma destruição ambiental que realmente muda o rumo das partidas. É aquele caos organizado que só Battlefield consegue entregar. O sistema de movimentação está bem equilibrado: fluido, mas ainda com aquela pegada tática que diferencia o jogo dos shooters arcade. As armas estão muito bem trabalhadas, cada uma com peso, som e sensação própria, e o som do jogo no geral está simplesmente absurdo de bom. Explosões, tiros à distância, jatos rasgando o céu… a imersão é total. Outro ponto forte é o modo Portal, que voltou ainda mais completo. Poder criar experiências personalizadas ou jogar modos clássicos recriados pela comunidade é um diferencial que realmente dá vida longa ao jogo. E o melhor é que a EA parece finalmente estar ouvindo a comunidade — dá pra ver que os testes e feedbacks fizeram diferença na versão final. O desempenho também merece elogio: o jogo roda liso, bem otimizado, e com gráficos de cair o queixo. É aquele tipo de game que você joga uma partida e já quer mais uma, só pra ver o que vai acontecer no próximo confronto. Enfim, Battlefield 6 conseguiu fazer o que a franquia precisava há tempos: unir nostalgia com inovação. É épico, intenso e divertido como nos melhores tempos.
Fiquei um tempo sem ganhar nada hoje, a sorte não estava do meu lado. Mas faz parte do jogo.
Battlefield 6 tem seus momentos de glória, mas, meu amigo, é uma montanha-russa que descarrila mais do que entrega. Quanto mais tempo eu boto em jogo, pior minha percepção quanto a ele fica: Ponto número 1: O menu é um pesadelo de UX. Sério, parece que alguém da equipe olhou pro catálogo da Netflix e pensou: “Olha, um carrossel horizontal! Vamos enfiar isso no jogo!”. Navegar por ele é como tentar achar um filme bom no streaming às 3 da manhã: confuso, frustrante e você só quer desistir. Ponto número 2: O hype passou, e sobrou um primo distante do Call of Duty. Após a empolgação inicial, fica claro que a DICE quis surfar na onda dos jogos frenéticos tipo CoD. É correr, atirar, deslizar, e rezar pra estar com a arma do meta, porque, se não, boa sorte. Os mapas menores são um caos absoluto, e os maiores? Bem, prepare-se para ser eternamente humilhado por jatos pilotados por ases que parecem saídos de Top Gun. Eles vêm, metem um rasante, te obliteram e somem no horizonte. Derrubar um piloto experiente? Esqueça, o mesmo já sumiu antes de você conseguir dar lock. Ponto número 3: Hitbox e bloom: a loteria da morte. A jogabilidade em média e longa distância é uma roleta russa. O bloom das armas e a hitbox caprichosa transformam cada tiroteio numa questão de sorte. Quem será o escolhido para sair vivo em uma trocação aonde ambos ficam pinando eternamente? Spoiler: provavelmente não é você. Ponto número 4: Campanha? Que campanha? Se você achava que Battlefield nunca foi sobre campanha, BF 6 prova que pode ser ainda pior. É tão genérica que parece um FPS de 2006 baixado de um site duvidoso. Rasa, previsível e com menos carisma que um NPC de tutorial. Ponto número 5: Progressão que não faz sentido. O sistema de progressão é uma piada de mau gosto. Quer uma skin maneira pra sua sniper? Ótimo, agora vai lá jogar 50 horas de engenheiro. É como ter que lavar louça pra ganhar um sorvete. Quem pensou nisso claramente nunca jogou um videogame na vida. Ponto número 6: Mapas que testam sua sanidade: Mapas como os urbanos são um exercício de paciência (ou insanidade). Inimigos brotam de todos os lados — atrás, na frente, dos lados, do teto, do esgoto. É como a famosa frase "Fish in a barrel", porem você é o peixe. Sem 300 mg de cafeína e reflexos de dar inveja em um gato, prepare-se você vai ser humilhado até a finalização da partida.